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De repente já nos trinta

De repente já nos trinta

15 comentários

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    Girl About Town

    09.04.16

    Nem os livros me deram grande curiosidade
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    Andy Bloig

    09.04.16

    Os livros são bons para pessoal mais novo, para quem está habituado a livros que apontam em várias direcções e pequenas coisas é tudo para o mesmo lado, já se sabe o fim da história, a meio do primeiro livro. O resto é só para ocupar espaço... o vulgar "encher chouriços".
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    Girl About Town

    09.04.16

    Estou a ver...não é mesmo o meu género de livro.
    Olha não me queres ajudar aqui com uma coisa?
    Sabes me dizer como consigo "anular" as despesas relacionadas com rendas?não quero que apareçam no anexo H ou então que dê para retirar.
    Ando às voltas com isto mas ainda não consegui..
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    Andy Bloig

    09.04.16

    Se tens despesas registadas com o nif, podes não declarar. Prescindes é da dedução. Basta não preencheres o quadro 7 do anexo H. (Não adiciones o anexo H à declaração)
    Quando fores fazer a entrega o sistema diz-te que existem juros ou rendas declaradas para aquele NIF, se queres prescindir. Dizes que sim e entregas.
    Se não preencheres a identificação do imóvel, as despesas com rendas ou juros não são incluídas. Se tens valor a receber, deves usar isso.
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    Girl About Town

    09.04.16

    Eu é que sou totó...quando aparecia a mensagem a avisar das rendas achei que não dava para avançar e terminar a entrega.
    Agora já consegui finalizar.
    Tive que retirar o valor das rendas porque estava mal, aquilo aparecia-me uma que dizia respeito ao ano de 2014 mas estava a aparecer em 2015, depois tinha também 1000 euros de rendas numa casa que não existe em nome de um contribuinte que não existe.
    Nas finanças disseram-me que não conseguem perceber como é que aquilo esta assim e aconselharam-me a retirar tudo para de futuro não haver confusões.
    Como a pessoa em causa não teve grandes rendimentos em 2015 acho que não vai fazer grande diferença.
    Obrigada

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    Andy Bloig

    09.04.16

    A dedução dos imóveis é facultativa. Até ao ano passado, qualquer dedução era facultativa, só usavas se quisesses. Este ano, despesas gerais, formação, saúde e lares são deduções obrigatória (só agora é que permitiram que as pessoas possam alterar, no próximo ano não vais ter campo nenhum para alterar os valores já registado). As despesas dos imóveis é que são facultativas (também é o último ano em que se podem usar e desde que os empréstimos tenham sido aceites até 31 de Dezembro de 2011). Daí que para as incluires, precisas de preencher a parte do imóvel. Se não preencheres isso, o sistema avisa-te que existem (para o caso de te teres esquecido), se não quiseres, dizes que prescindes e entregas.

    Nesses casos, as pessoas devem reclamar desses valores. Alguém pode andar a usar nifs e identificações que não devem.
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    Girl About Town

    09.04.16

    Pois eu quando vi que lá aparecia duas casas diferentes arrendadas vi logo que aquilo era impossível e tentei ver aquilo com as finanças mas eles parece que ainda sabem menos do que eu.
    Disseram-me que se calhar foi alguém que se enganou a preencher uns recibos...
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    Andy Bloig

    09.04.16

    Faz o login pelo nif da pessoa no site das finanças, abre a parte onde diz E-balcão. Copia os dados que encontras lá errados e envia para eles, justificando que aqueles valores não são daquele nif. (Se tiver alguma delas que paga mesmo, valida essa e reclama da outra.)
    As finanças vão ver quem é que declarou aquilo e pedem a justificação ou que corrijam a informação em 30 dias.
    Essas são daquelas coisas que se devem fazer até ao final de Março no E-factura ou nas deduções.
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    Girl About Town

    09.04.16

    Vou fazer isso.
    Pois a pessoa só me pediu agora e nem sequer se lembrou de ir ver as despesas no site enquanto era tempo.
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    Andy Bloig

    09.04.16

    Já passou o prazo geral, por isso é que precisas de fazer pelo E-balcão. Senão dava para fazeres pela parte das despesas dedútiveis, escolheres a despesa e reclamar que estava ali a mais.
    O ano passado deixaram o CIRS com mais buracos que queijo suiço. Mesmo assim, nestes meses resolveram bastantes... ainda sobram muitos que ficam para resolver durante o ano, alguns que ainda podem vir a gerar problemas com as validações.
    Quem deixou professores/doutores criarem um código de irs só para ricos, é que devia vir a público retratar-se... em vez de andar a beber vinho nas feiras. Fazer contas a começar nos 80000 euros de rendimento anual e progredir para os outros, foi das piores ideias dos últimos 40 anos.
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    Girl About Town

    09.04.16

    As vezes mudam tanto as coisas que em vez me melhorar ainda pioram.
    Eu acho que se não se tem nada de bom a acrescentar mais vale nem mexer.
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    Andy Bloig

    09.04.16

    É que o código de 2015 tem coisas tão estúpidas, que se estão a reflectir nas entregas. Algumas foram alteradas, outras, talvez, só durante este ano possam ser mexidas.
    Isto também tem a haver com a parte que dás na Universidade. Passas na cadeira, no ano seguinte, tudo o que deste deixou de ter validade. Ou voltas a agarrar no código e actualizas tudo... ou tens de pagar um extra para fazeres outra cadeira que tenha o novo código e que te ajude com outras cadeiras que precisam dos novos artigos. Aquilo que é conhecido como "formação permanente".
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    Girl About Town

    09.04.16

    É bem verdade...quase tudo que estudei na altura que fiz a minha primeira cadeira de fiscalidade já esta desactualizado.
    Eu gosto muito da área de contabilidade/fiscalidade mas já vi que é uma área que exige uma constante actualização de conhecimentos.
    Eu estou neste momento à procura de emprego em escritórios de contabilidade e tem sido super difícil porque exigem muita coisa...muitos conhecimentos.
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    Andy Bloig

    09.04.16

    É um dos problemas. Depois de estares licenciada, muitos desses requisitos desaparecem. Manteres-te actualizada é que vai exigir bastante mais do que estudos.
    É isso que muitas empresas pedem, para se limitarem a dizer-te "Preciso disto, trata." E não teres tempo para andar à procura de informação. (Para além que precisares de certos dados, podes perder um dia inteiro na repartição de finanças... e não os conseguires.)
    Outra coisa é a parte prática. Agora a fazeres o IRS já viste variantes que parecem simples e são chatas de resolver ou justificar. Assim que comeces a trabalhar com os dados, vais ver que existem coisas muito mais simples do que as aprendes na universidade e outras que aparentam ser tão simples e dão tanta chatice a resolver. E os sítios mais pequenos, não querem estar a dar-te "formação na parte prática". Se fores a entrevistas, foca-te na parte da NCP. Pessoal mais velho ainda está a adaptar-se ás novas normas e focam muito o POC. Sempre é um ponto que tens a teu favor, pois já aprendeste com ela.
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